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E-commerce e pandemia: comportamento de consumo que veio pra ficar

A pandemia do coronavírus trouxe um impacto mundial inimaginável e transformou nossas vidas como um todo, mudando inclusive as relações de consumo. As regras de distanciamento social restringiram hábitos comuns de compra e empresas precisaram se reinventar para atender novos comportamentos de consumo em meio à crise. Nesta nova realidade, o e-commerce - ou comércio

Sua Defesa Publicado em 26/Jan/2021 2 min de leitura Atualizado há 1237 dias
compra online

Leitura em voz inativa.

A pandemia do coronavírus trouxe um impacto mundial inimaginável e transformou nossas vidas como um todo, mudando inclusive as relações de consumo. As regras de distanciamento social restringiram hábitos comuns de compra e empresas precisaram se reinventar para atender novos comportamentos de consumo em meio à crise.

Nesta nova realidade, o e-commerce – ou comércio eletrônico – ganhou ainda mais força em 2020 e a tendência é continuar crescendo de forma consolidada em 2021. Diante da necessidade, comprar on-line se tornou uma prática comum, até mesmo para quem não estava acostumado e, ao que tudo indica, é um caminho sem volta.

Segundo uma pesquisa da empresa de tecnologia Criteo, 56% dos consumidores brasileiros afirmaram que fizeram uma compra na internet pela primeira vez na pandemia e 94% pretendem continuar comprando nas lojas on-line que descobriram no período.

Pesquisa aponta crescimento

Adquirir produtos pela internet, fazer compras de supermercado por apps e pedir comida por delivery são apenas alguns exemplos de novas formas de consumir que vieram pra ficar. De acordo com um estudo da Ebit-Nielsen, as vendas on-line no Brasil devem crescer 26% em 2021.

Sendo assim, as empresas precisam se preparar para atender às necessidades dos clientes e proporcionar uma experiência de compra cada vez melhor, que seja prática e segura. Isso vale tanto para os grandes marketplaces (modelo de negócio que permite a venda de produtos em grandes lojas virtuais), como também para as lojas pequenas que precisaram investir na presença digital por conta da pandemia.

Nesse contexto, prestar um atendimento on-line é fundamental. Não só em seus canais de atendimento próprios, mas as empresas também precisam responder nas redes sociais e nas plataformas de reclamações online. A PROTESTE oferece no seu site o canal Reclame, onde os consumidores podem enviar suas reclamações diretamente às empresas e consultar se determinada loja é confiável e se tem muitas reclamações registradas. Os associados contam ainda com a ajuda de especialistas em Defesa do Consumidor para resolver problemas com produtos e serviços.

Muito além de torcer para que novos hábitos se estabeleçam e auxiliem os consumidores em uma fase tão desafiadora, a PROTESTE contribui para que as relações de consumo se tornem cada vez mais justas e equilibradas.

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